A VERDADEIRA IGREJA DE DEUS:


TIAGO CAP 1 VERSO 27.Amigos e irmãos na fé em jesus cristo. A Igreja,   como comunidade responsável diante de Deus, precisa conhecer se está caída ou se tem vida. Nada de lisonjas ou artifícios; nada de narcóticos ou entorpecentes que enganam e matam. As cifras não podem indicar o grau de espiritualidade, não devem substituir o fervor; o avanço da Igreja não pode constar de número, mas deve aferir-se pelo grau de santidade.

A vida da Igreja primitiva não constava dessas frivolidades que se estabeleceram na Igreja de nossos dias, tomando o lugar da oração, do fervor, do testemunho pessoal, do zelo pelas almas sem Cristo que se movem quais ovelhas sem pastor. Nenhuma organização, na igreja, poderá substituir as reuniões de oração; a Igreja necessita que seus membros se unam na vida de comunhão e consagração, em lugar de reuniões sociais, simples formas de gastar o tempo.

A Igreja, se quiser sobreviver e triunfar deve apresentar a mensagem viva e poderosa ao povo. O povo reclama mensagem positiva que o satisfaça: pede que se lhe preguem a verdade. O programa das Igrejas modernas, não é o programa da Igreja primitiva, e por esse motivo há falta de sal na mensagem, falta de inspiração, as conversões não estão na proporção do progresso do mundo. A vida da Igreja não parece ser muito abundante, alguma falha atrofiou o progresso; talvez tenha caído. Se for assim, volta ao lugar de onde caiste, reinicia a jornada da fé, tendo por exemplo o testemunho dos primeiros cristãos, suas reuniões de oração e testemunho, das quais todos eles participavam e compartilhavam das experiências da vida com Deus.
Se a Igreja contemporânea não possuir essa força motriz, esses grupos que oram e recebem vida, jamais se erguerão do estado letárgico em que permanecem, sentindo que não tem força para vencer, mas recusando levantar-se .

O testemunho vivo, individual e coletivo, do poder de Cristo para salvar e dar poder para vencer, são ele mentos necessários na vida da Igreja. É necessário readquirir o resplendor da fé que iluminava a Igreja na antiguidade. A simples confissão de ser crente, não fará crescer e desenvolver os raquíticos e anêmicos que se acostumaram a viver de bênçãos passadas, e esqueceram as glórias sempre frescas e novas do cristianismo.
A Igreja, seja em que lugar for, no passado ou no presente, se não entrar na experiência do Pentecostes, pouco terá a dizer ao mundo, não abalará o indiferentismo do povo, não conseguirá interessá-lo, não o levará ao arrependimento e, por fim, a ter sede de salvação.
A tibieza da religião de hoje, contrasta com o fervor dos dias apostólicos; a falta de visão que se nota na Igreja de hoje, está muito aquém da revelação de Paulo e da atividade dos outros apóstolos.

Nada de meios termos que eclipsem a personalidade e suficiência de Jesus. O homem precisa ser colocado diante de Deus, para ver o resplendor de sua glória, para conhecer que é pecador e ser salvo por Jesus. Este era o método da Igreja primitiva; será também o nosso? Estamos mantendo o testemunho dos nossos antepassados-?

A tendência da Igreja de nossos dias é para esquecer a herança preciosa que a Igreja apostólica deixou, e tomar para si sucedâneos que não satisfazem a alma nem curam o espírito.

A Igreja primitiva talvez não se preocupasse muito com o número ou com a quantidade de membros, mas esforçava-se em possuir homens e mulheres que fossem testemunhas vivas, cujas vidas ardessem de zelo pela obra de evangelização, pois com testemunhas inspiradas, a Igreja tem que brilhar nas trevas e crescer no amor. Na fidelidade a Deus e na consagração à obra de Cristo, reside o profundo segredo da vitória da Igreja.

Hoje em dia, há muita teologia, mas a Igreja precisa mais de doutrina, do que de interpretação. A pregação de hoje não é  tocha profético-apostólica que elevou a Igreja no conceito de seus inimigos, pela fidelidade de suas doutrinas que só a fé pode conceber.
A doutrina da justificação pela fé parece esquecida; entretanto, é doutrina que faz tremer até os demônios. Não será tão agradável como a doutrina das boas obras, porém, é mais eloquente, mais racional, é bíblica e divina.
O novo nascimento é doutrina que muitos não conhecem nem querem conhecer; nascer de novo é uma condição para entrar no céu; como pois, lançar ao esquecimento conquistas e vitórias da Igreja antiga? Não; quem não está integrado nas verdades reveladas e imutáveis, volte ao lugar da queda, entre na estrada pela porta, se quiser alcançar e viver nos domínios da fé.
Cristianismo que não fala de salvação completa, real, presente e ativa, não merece esse nome: simples promessa de libertação parcial, não inclui livramento total, resgate absoluto e permanente, nem o mundo espera outra mensagem da Igreja, a não ser salvação, salvação, salvação em Cristo.


















MEDITAÇÃO: no livro de atos dos apóstolos cap 4 verso 32 ao 35 os cristãos viviam em união uns com os outros seja rico ou pobre. sabe porque?simplesmente os seus lideres não usurpava nem pedia quantias  ou valores para você e eu eles pregavam o verdadeiro evangelho sem mascarás e sem soberba atos 2 versos 37 ao 45.

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